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17 de Junho de 1963: NÃO DÁ PARA ESQUECER!

Em segunda-feira, 15 junho de 2020

Data marcante para o esporte do nosso Estado e do Brasil. Nascia uma nova força! Associação Desportiva Ferroviária Vale do Rio Doce.

Não dá pra esquecer o velho estádio de ZINCO em frente a Br 262 – Jardim América, onde jogava o Ferroviário Sport Clube, além deste, o Cauê Associação Atlética, Associação Atlética Vale do Rio Doce, Cruzeiro Esporte Clube, Valério Doce, Esporte Clube Guarany e portanto, 17 de junho 1963 marcou a fusão destes clubes ligados aos funcionários da Cia. Vale do Rio Doce.

Lembro-me do entusiasmo e emoção que meu saudoso pai, OSÉAS MENDES DA SILVA, teve o privilégio de ser um dos milhares de sócios do clube de cores VERDE E AMARELO e depois GRENÁ.

Não dá pra esquecer de personagens marcante como os Advogados: Lino Santos Gomes, Moacir Rosado, Ailton Farias, e o staff: Adeildo Pereira Lima (técnico Pernambuco), Nercy Teodoro dos Santos, Jacy Paradizo, José Coradine, Prof. Humberto Balbi, enfim, muitos e ilustres homens sérios e de bons costumes para levar à frente clube um projeto audacioso.

Não dá pra esquecer o patrocínio Master da Cia Vale do Rio Doce que tinha no contexto da administração do clube, engenheiros, advogados, administradores (Ney Ventura, Carlos Augusto Pacheco, Salustiano Sanches, entre outros e os associados que vestiam a camisa 12.

Não dá pra esquecer em 1966 a inauguração do Estádio Engenheiro Alencar Araripe, à época, capacidade para receber 36 mil torcedores!

Não dá pra esquecer a performance de um time que tinha atletas que honravam o manto grená como os goleiros Adjalma Teixeira e Edalmo, laterais: Humberto, Cesar, Simonassi, Early, na zaga, os guerreiros Mateus, Alcione, Jucy, Roberto Almeida, e meio campo o que falar de Wilson Fausto e Arinos; no ataque Maurélio, Bezerra, Silvinho, Fraga e Cunha.

Não dá pra esquecer a audácia da diretoria do clube que trouxe treinadores de ponta do futebol brasileiro, como Yustrick, Paulo Emílio, Décio Leal, Nelsinho Rosa, Alfredo Gonzales, Dudu, Jaime de Almeida e Dé Aranha.

E agora novos tempos!

Mas não dá pra esquecer o negócio muito ruim para a nação grená que foi o momento Clube Empresa – Desportiva Capixaba… não dá pra esquecer!

Não dá pra esquecer e sim agradecer alguns guerreiros que superando todas as adversidades, segurando o bastão, mantiveram o clube vivo e arrumado para um novo tempo.

Não dá pra esquecer que somente com a total UNIÃO da Grenás Autênticos da Velha Guarda, e o novo contingente que está chegando com muita organização e determinação poderemos ver novamente a tradicional DESPORTIVA FERROVIÁRIA, sendo orgulho para todos nós e que volte a brilhar a nível do nosso Estado e também a nível nacional.

E  VIVA  A  TIVA!!! 57 ANOS!!!

Jairo Mendes Peçanha